O Nubank deu mais um passo importante na construção da sua marca global ao levar sua identidade visual para os macacões da equipe Mercedes-AMG Petronas durante o GP de Miami 2026. A ação reforça como empresas brasileiras podem usar marketing esportivo, narrativa de marca e presença internacional para acelerar reconhecimento e autoridade.
Mas o que essa estratégia realmente significa — e o que empresas menores podem aprender com ela?
Neste artigo, analisamos os bastidores da ação e mostramos como aplicar esse tipo de lógica no marketing da sua empresa.
O que aconteceu no GP de Miami 2026
Durante o fim de semana do Grande Prêmio de Miami (1 a 3 de maio), o Nubank apresentou três macacões personalizados para os pilotos da Mercedes, todos na cor roxa característica da fintech.
Cada versão representava um momento da expansão da empresa:
- Sexta-feira: coordenadas da “Casinha”, primeiro escritório em São Paulo
- Sábado: expansão para México e Colômbia
- Domingo: chegada aos Estados Unidos com o Nu Stadium
Foi a primeira ativação prática da parceria global entre Nubank e Mercedes anunciada anteriormente.
Ou seja: não foi apenas patrocínio — foi storytelling estratégico.
Por que essa ação é um exemplo de branding bem executado
Existem três elementos fundamentais nessa campanha:
1. Consistência visual
O roxo do Nubank dominou os macacões.
Isso reforça reconhecimento imediato — algo essencial para marcas que desejam escala internacional.
Grandes marcas não “mudam de identidade”. Elas ampliam sua presença com consistência.
2. Narrativa de crescimento
Cada macacão representava um capítulo da trajetória da empresa.
Esse detalhe transforma uma ação de mídia em uma história.
E histórias geram conexão.
3. Associação com performance e tecnologia
A Fórmula 1 representa:
- velocidade
- inovação
- precisão
- elite global
Ao se associar a esse universo, o Nubank reposiciona sua marca além do setor financeiro tradicional.
O que empresas brasileiras podem aprender com essa estratégia
Talvez sua empresa não vá patrocinar uma equipe de Fórmula 1.
Mas pode aplicar a mesma lógica estratégica.
Veja como:
Transformar presença em posicionamento
Não basta aparecer.
É preciso comunicar significado.
Exemplo:
- site institucional bem estruturado
- identidade visual consistente
- narrativa clara sobre crescimento
- presença digital estratégica
Construir autoridade antes de vender
O Nubank não estava vendendo cartão no GP de Miami.
Estava fortalecendo marca.
Empresas que investem apenas em tráfego pago sem branding constroem crescimento frágil.
Empresas que investem em posicionamento constroem valor.
Criar storytelling de expansão
Mesmo empresas locais podem comunicar evolução:
- novos clientes
- novas regiões atendidas
- novos serviços
- novos mercados
Tudo isso pode virar narrativa estratégica.
O papel do marketing estratégico nesse tipo de ação
O que diferencia campanhas comuns de campanhas memoráveis não é orçamento.
É direção estratégica.
A ativação do Nubank mostra como:
- branding
- cultura
- design
- narrativa
- mídia
- timing
podem trabalhar juntos para fortalecer percepção de marca.
E esse mesmo princípio pode ser aplicado em empresas regionais.
Como aplicar essa lógica no marketing da sua empresa
Na prática, empresas que crescem com consistência fazem três coisas:
- estruturam sua presença digital
- constroem posicionamento claro
- transformam comunicação em ativo estratégico
É exatamente esse tipo de trabalho que a Agência Everest desenvolve com seus clientes.
Porque marketing não é apenas divulgar.
É construir valor de marca.
Conclusão
A ação do Nubank no GP de Miami mostra que branding não é sobre visibilidade momentânea — é sobre construir significado ao longo do tempo.
Empresas que entendem isso deixam de competir por preço.
E passam a competir por percepção.
Se sua empresa quer dar esse próximo passo, o caminho começa com estratégia.

